Descubra como The Chosen nasceu de um curta simples e se tornou uma das maiores séries cristãs do mundo. Conheça a visão de Dallas Jenkins e o poder da fé por trás das câmeras.
Um sonho improvável que ganhou o mundo
Antes de se tornar um fenômeno mundial, The Chosen começou de forma simples, quase improvável. Dallas Jenkins, filho de um escritor cristão renomado, havia enfrentado fracassos anteriores em Hollywood. Mas em 2017, ele decidiu produzir um curta sobre o nascimento de Jesus, gravado com uma pequena equipe em uma fazenda, apenas para exibir em sua igreja.
O que ele não imaginava era que aquele curta mudaria sua vida, e o modo como milhões enxergariam a história de Cristo.
A força do financiamento coletivo
A ideia de transformar o curta em uma série parecia impossível. Nenhum estúdio queria financiar algo assim, e Jenkins ouviu “não” várias vezes. Mas a fé, combinada à persistência, o levou a tentar algo inédito: pedir apoio direto ao público.
Assim nasceu o maior projeto de crowdfunding da história do audiovisual, com mais de 10 milhões de dólares arrecadados apenas por doações. Pessoas do mundo inteiro acreditaram na proposta de mostrar Jesus de forma mais humana, próxima e real. E esse apoio fez nascer algo que já impactou mais de 600 milhões de visualizações em mais de 190 países.
Um elenco guiado por propósito
As gravações começaram humildes, mas cada ator que entrou no projeto parecia movido por algo maior do que um papel. Jonathan Roumie, que interpreta Jesus, já disse em entrevistas que sentiu um chamado espiritual para viver o personagem.
A mesma conexão é visível entre os atores que interpretam Pedro, Mateus e Maria Madalena, todos entregues de corpo e alma, como se entendessem que não estavam apenas atuando, mas participando de uma missão.
Nos bastidores, há orações antes das filmagens, momentos de silêncio, e até lágrimas genuínas quando uma cena toca fundo em quem está ali.
Uma produção feita com fé e propósito
Com o tempo, The Chosen cresceu em estrutura, qualidade e reconhecimento. Hoje, é filmada em grandes estúdios e cenários próprios, com tecnologia de ponta, mas sem perder sua essência: contar a história de Jesus com humanidade e respeito.
A série se sustenta com a ajuda de uma comunidade de fãs que não apenas assistem, mas se sentem parte da missão. É um projeto que continua a crescer sem depender dos grandes canais, mostrando que quando há propósito, a mensagem encontra seu caminho.
É difícil assistir The Chosen e não sentir algo diferente. Mesmo quem já conhece as passagens bíblicas acaba sendo surpreendido pela sensibilidade com que elas são mostradas.
O que mais me impressiona é como a série consegue equilibrar simplicidade e profundidade, sem exageros, sem pregação, apenas com verdade.
Ver o que Dallas Jenkins construiu com fé, persistência e comunidade é inspirador.
The Chosen não é apenas uma série; é uma prova de que quando a arte e a fé caminham juntas, o resultado pode transformar vidas, inclusive a de quem está por trás das câmeras.
